
Texto 1:
Imperfeitos por natureza - o mito de Sísifo faz pensar na nossa condição humana: seres com falhas, limitações e que ainda carregam a responsabilidade pelo próprio destino.
Por Márcia Tiburi
Texto na coluna TOQUE FINAL, da Revista Emoção e Inteligência, Editora Abril (Edição 9).
Atividades:
- Leitura e discussão sobre o texto 1.
- Listem situações em que esta condição aparece na vida de cada um de nós. Discussão sobre cada ítem listado.
- Partindo destas observações, vamos perceber que o estudo sobre o sujeito, sua construção psíquica, envolve vários outros aspectos. logo é necessário que nosso olhar sobre este mesmo sujeito seja amplo, que o perceba numa construção, num processo e principalmente inserido num contexto social, recebendo influências.
O Desenvolvimento da Psicologia:
Em 1879 surge o primeiro laboratório de psicologia, em Leipzig.
Já entre os gregos havia a preocupação em explicar o universo e logo o homem. Na linha de pesquisa o espírito ou a alma, ou os fenômenos provocados pela contraparte imaterial do homem. Com o cristianismo, o estudo da alma tomou um rumo um pouco diverso, pois as preocupações estavam localizadas no pós - morte, no seu destino.
A Renascença foi uma época decisiva, que preparou para os estudos de ordem mais científica (a serem desenvolvidos nos séculos posteriores). No século XVII, os estudos psicológicos tomam impulso com o racionalismo, o iluminismo e o empirismo, assim como as ciências físicas e biológicas. E entramos no século XX com pesquisadores e estudiosos mais fechados e radicais em seus posicionamentos. Resumindo, podemos apontar como cinco os períodos históricos que marcam a psicologia:
1. Das influências filosóficas, nos escritos gregos;
2. Na Renascença a psicologia começou a tomar forma de ciência de fato;
3. Wundt estabelece o primeiro laboratório de psicologia em 1879;
4. De 1930 a 1940, a psicologia se afirma com pesquisas e escritos (Ex. das abordagens S - R e cognitiva);
5. Após a Segunda Guerra Mundial a psicologia desenvolve-se rapidamente e surgem grande número de correntes e linhas de pesquisa.
Texto 2:
Espelho, espelho meu.
Por Christian Ingo Lenz Dunker (psicanalista)
Extraído da Revista Mente e Cérebro
Duetto editorial
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